O erro mais comum é decorar respostas prontas para as perguntas "clássicas" de entrevista. Funciona até a entrevista sair do roteiro — o que quase sempre acontece — e aí falta o vocabulário para responder a uma pergunta de acompanhamento que você não previu. A habilidade que realmente importa não é recitar um texto memorizado, é pensar em inglês em tempo real, sob pressão.
O que de fato ajuda é simular a entrevista de verdade: perguntas de acompanhamento reais, silêncios para pensar sem entrar em pânico, e vocabulário específico da sua área e do cargo — não frases genéricas de curso de inglês. Faz diferença também treinar como falar sobre os próprios resultados e experiências profissionais em inglês, já que isso raramente aparece em material de inglês geral.
Poucas sessões bem direcionadas antes da entrevista, simulando o formato real — ligação com recrutador, painel, perguntas de caso — costumam fazer mais diferença do que semanas de revisão de gramática. A confiança vem da prática em condições parecidas com as reais, não de decorar mais vocabulário.
Ainda com dúvidas sobre suas aulas de inglês?
É só chamar no WhatsApp e conversamos sobre seu objetivo e nível atual.
Falar no WhatsApp