Em regiões como Faria Lima e Itaim Bibi, inglês fluente costuma funcionar como um pré-requisito silencioso: raramente aparece explícito na descrição da vaga, mas pesa fortemente em promoções, alocação em projetos internacionais e processos seletivos dentro de multinacionais.
Muitos alunos me procuram justamente depois de perceber isso na prática — não por falta de competência técnica, mas porque uma reunião em inglês, uma apresentação para a matriz ou uma entrevista com um recrutador estrangeiro expôs uma insegurança que eles não sabiam como resolver sozinhos.
O ponto interessante é que, uma vez destravado, o inglês deixa de ser um obstáculo e passa a ser um diferencial ativo: abre a porta para vagas, projetos e interlocutores que antes nem entravam na conversa. É um investimento de carreira, não só de idioma.
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