Na maioria dos casos, sim — principalmente se o seu objetivo é fluência real de conversação, e não só entender gramática. Um professor nativo traz pronúncia, expressões idiomáticas e naturalidade que professores não-nativos raramente reproduzem, mesmo os muito bons e muito bem formados.
A diferença fica mais clara quando o inglês precisa funcionar sob pressão: uma apresentação para diretoria, uma negociação com um cliente internacional, uma entrevista de emprego. Nesses momentos, o que conta não é só saber a regra gramatical certa — é conseguir pensar e responder em inglês sem travar.
Isso não quer dizer que aplicativo ou curso em grupo não tenham valor — eles têm, principalmente na fase inicial de vocabulário e estrutura. Mas para destravar a fala e ganhar confiança real, a prática individual guiada costuma ser o caminho mais rápido, porque cada aula é 100% sobre o seu nível e o seu objetivo, sem dividir atenção com o resto da turma.
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